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Coparticipação: como funciona e quando compensa

No plano com coparticipação, a mensalidade é menor e você paga uma parte de cada atendimento que usa. A cobertura é a mesma do plano sem coparticipação.

Revisado por Sara Santana, corretora de seguros (SUSEP 201046889) · Fontes: Lei 9.656/1998 · ANS

Resposta rápida

Coparticipação troca mensalidade menor por pagamento a cada uso. Compensa para quem usa pouco o plano. Para quem faz consultas e exames com frequência, o plano sem coparticipação costuma sair mais em conta no ano.

Como a cobrança acontece

Cada consulta, exame ou terapia gera uma cobrança extra, que vem junto com a mensalidade seguinte. O contrato precisa informar com clareza quais procedimentos têm coparticipação e quanto você paga em cada um: um valor fixo ou um percentual.

Completa ou parcial

Muitas tabelas separam a coparticipação completa (vale para consultas, exames e terapias) da parcial (vale só para parte dos procedimentos, normalmente consultas e exames simples). Nas tabelas do Saúde Tabela mostramos a modalidade de cada plano para você comparar.

Como decidir

Some quantas consultas e exames você e sua família fizeram no último ano. Multiplique pelo valor da coparticipação do plano e compare com a diferença de mensalidade para o plano sem coparticipação. Se a economia na mensalidade for maior que o que você pagaria nos usos, a coparticipação compensa.

Atenção a tratamentos contínuos (fisioterapia, terapias, exames frequentes): eles somam rápido na coparticipação.

Perguntas frequentes

Coparticipação vale para internação?

Depende do contrato. Muitos planos cobram coparticipação só em consultas e exames; outros incluem procedimentos de internação com regras próprias. Leia a tabela de coparticipação antes de contratar.

Urgência tem coparticipação?

Pode ter, conforme o contrato. Confira na proposta quais atendimentos entram na cobrança.

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